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28 de agosto de 2016

CADA QUAL EM SEU LUGAR | ANDERSON C. SANDES


Por mais que eu cante
Não me vêm as borboletas
Inda que’u grite
Não me responde a lua
Deve estar cheia... cheia de mim

Pr’onde vão as borboletas
Quando fogem de mim?
Seja lá onde for
Rejeitam meu canto
E cá estou em meu canto

Ao longe se grita, ao perto se canta

Oh borboletas e lua
Ambas tão cheias de fazes
Cheias de mínguas... crescentes
Em busca de nova vida

Talvez para à lua vão as borboletas
E ficam em silêncio
Sem grito e sem canto
E cá fico, em meu canto.

Anderson C. Sandes

Créditos da imagem: MaDonna


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